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Empresa do futuro é flexível e ‘clientocêntrica’

Empresa do futuro

Gerente de inovação da rede de materiais de construção Leroy Merlin, Charles Schweitzer deu ao DCI um exemplo prático de flexibilidade nos negócios.

“No início da década lançamos um aplicativo, seguindo algo que todos queriam na época”. O número de downloads baixo e o custo de desenvolvimento alto, contudo, levaram a empresa a abrir mão do projeto pouco depois – mas apenas temporariamente. “Hoje os apps ganharam força de novo, com possibilidade de descontos personalizados e de melhor experiência de marca. Por conta disso, estamos concebendo um app novamente. Estar aberto para ir e voltar é importante”.

A Leroy Merlin usa a identificação de tendências para otimizar negócios desde 2010, quando um plano de transformação de dez anos foi iniciado. Desde então, relata Schweitzer, uma série de novidades foi inspirada pela filosofia – entre eles a própria área de inovação.

Saíram da mesma fonte a divisão de mídias sociais da rede, a política de atender todas as reclamações no Reclame Aqui, o relacionamento forte com startups e até a integração total de ambientes físico e online que registra em tempo real o estoque dos pontos de venda. “Hoje, algumas lojas têm até um conselho de clientes que se reúne mensalmente para discutir o nosso futuro”, diz Schweitzer.

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